quarta-feira, 23 de maio de 2012

Quando a chuva soou no telhado, pingou no balde água Brotou na mente uma ideia viva-goteira-repetida Rolou. Parede molhada Rua enxurrada Roupa chuvalhada Frio. Chuva demorada Rua calada música constante goteira Desmoronou o Barro, Reis, em Angra Aqui, também, sangra em vermelho o Castelo Branco Não se cala, Betão! Pede Liberdade a São Caetano Piedade para o Nordeste Encabula! O Rio já tá em Vermelho de tristeza sem sapatos Plataforma Difícil andar pelo Alto...