Quando
a chuva soou no telhado,
pingou
no balde água
Brotou
na mente uma ideia
viva-goteira-repetida
Rolou.
Parede
molhada
Rua
enxurrada
Roupa
chuvalhada
Frio.
Chuva
demorada
Rua
calada
música
constante goteira
Desmoronou
o Barro, Reis, em Angra
Aqui,
também, sangra em vermelho
o Castelo
Branco
Não
se cala, Betão!
Pede
Liberdade a São Caetano
Piedade
para o Nordeste
Encabula!
O
Rio já tá em Vermelho de tristeza
sem
sapatos Plataforma
Difícil
andar pelo Alto...
quarta-feira, 23 de maio de 2012
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