sábado, 7 de agosto de 2010

(Título dado em homenagem e respeito  à Marise de Santana)  Fixo olhar ao longe e me vejo perto. Agachando-me, quase me arrasto. Nesse instante, vejo uma caixa de madeira retangular. Alguns o chamam de baú e usam-no para guardar livros, roupas e jóias. No meu, guardo apenas espantos, medos, angústias.Ajeitando-o, de um lado para outro,acabo por abri-lo.Fazendo isso, ouço gritos medrosos.Vejo caras famintas de animais (humanos?) Olhando pro céu, visualizo...