
Pela janela um espelho
Telha, muita tábua
E tanta madeir’ (ichi!)
é que vejo
É o que me ver
Muito mato.
Mato-me de só olhar uma criança
menina de rosa cor
A fragilidade em meio a escassez
não chega e cega
Cerca de arame
ou bambu chinês
num Brasil brasileiro
Varal de estacas
e panos estendidos
Assim como meu espanto
Um céu azul de nuvens poucas em contraste
com chão...