(Título dado em homenagem e respeito à Marise de Santana)
Fixo olhar ao longe e me vejo perto. Agachando-me, quase me arrasto. Nesse instante, vejo uma caixa de madeira retangular.
Alguns o chamam de baú e
usam-no para guardar
livros, roupas e jóias.
No meu, guardo apenas espantos,
medos, angústias.Ajeitando-o, de um lado para outro,acabo por abri-lo.Fazendo isso, ouço gritos medrosos.Vejo caras famintas de animais (humanos?)
Olhando pro céu,
visualizo...